domingo, 4 de outubro de 2009

BRINCO KURUAYA

O Pé na Tribo está de cara nova, com mais informações e novidades.
Cada peça será batizada com o nome de uma tribo indígena brasileira e sempre haverá aqui um pouco sobre a semente utilizada no brinco e sobre a tribo, fazendo uma relação entre elas.

Pra começar, posto esse brinco solitário feito em macramê, com fio de algodão preto e semente de Jupati. Considero o mais belo que fiz até agora, adoro esse brinco.



SEMENTE DE JUPATI {Raphia taedigera} – Família Arecaceae

É encontrada na Região norte do Brasil, em especial no Estado do Pará, preferencialmente em áreas alagadas litorâneas, próximas de rios e sob a influência das marés.
Ocorre também na Ámerica Tropical, e pode ser encontrada ainda na costa nordeste de Madagascar (África) e nas ilhas do Japão. Da palmeira, são aproveitados a fibra, o caule e as sementes.
(Fonte: livro Sementes Ornamentais do Brasil)


TRIBO KURUAYA {outros nomes: Xipáia-Kuruáia, Kuruaia; região: Pará; língua: Munduruku}

A Terra Indígena Kuruaya, na margem direita do rio Curuá, subafluente da bacia do Xingu (segundo os mais velhos, o nome da tribo está relacionada ao rio Curuá), atualmente é constituída de uma aldeia e quatro agrupamentos familiares, mas os Kuruaya estão prevendo a construção de outra aldeia.
As famílias moram em casas individuais e os casamentos costumam se dar entre primos Kuruaya de primeiro ou segundo grau, entre primos Kuruaya e Xipaia de primeiro ou segundo grau, ou entre Kuruaya com não-indígenas.
A agricultura é uma das principais atividades e o cultivo da mandioca brava, para a produção da farinha, está ligado à produção do milho, fava, arroz, macaxeira, cará, batata-doce, inhame, abóbora. Algumas frutas também são cultivadas, como melancia, banana, cana de açúcar, mamão e abacaxi. O objetivo dos Kuruaya é de plantar também cacau e feijão, extrair óleo de copaíba e coletar sementes de toda espécie. A fase de preparo do solo broca, derruba, queima e coivara e a fase de plantação, manutenção e colheita são realizadas pelos homens; entretanto, mulheres e crianças também participam da capina, plantio e colheita. Nos meses de junho a novembro fazem a abertura das roças, iniciam o plantio, colhem as roças antigas, ficando para o inverno, que é o período de chuvas de dezembro a maio, o trabalho na colheita.
(Fonte: pib.socioambiental.org/pt/povo/kuruaya)

3 comentários:

Rosa Mouta disse...

ficou lindo seu blog com a cara nova. gostei muito também da associação das tribos com as peças e sementes. Vc é uma ótima artista!
E minhas encomendas, será que ainda vão rolar? se não lebrar de tudo, pode ser só um par de brincos do modelinho de "coração" com algum semente, nas cores daquela pilseira que te mostrei, que comprei dos hippies, ok?
obrigada!
bjos!

claudio disse...

NOSSA E MUITO LINDO VOU ENTRAR EM CONTATO CONTIGO PARA VC FAZER UMM PARA MIM, MORO NO aBC PRI

sistasantista disse...

Olá, Priscilla!
Agradeço por retribuir a minha visita!
Eu realmente fiquei encantada com seus trabalhos, parabéns!
Beijo
Telma